Ponto de encontro da turma da noite de antropologia, do ISCTE, 2001-2005
Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2006
“Saídas profissionais” – casos exemplares
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No nosso curso é sempre necessário ter bem presente a ideia das dificuldades de inserção profissional. É um problema que ao mesmo tempo podemos transformar em oportunidade, se soubermos e conseguirmos usar da imaginação para contornar os obstáculos, alargando os horizontes das nossas perspectivas profissionais. Com a divulgação de “casos exemplares” pretende-se dar força a essa “veia” criativa da malta, sempre disposta a “mover montanhas”...




Consciente das dificuldades, do risco e do grande desgaste da vida autárquica, o nosso camarada e amigo Fausto pode bem ser um “caso exemplar” de sucesso profissional, se usar da sua imaginação e dos seus atributos para mudar de vida e enveredar por uma carreira de... duplo no cinema!!! (Zé Paulo)


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publicado por antmarte às 15:01
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3 comentários:
De Anónimo a 1 de Março de 2006 às 14:24
O Fausto diz não ter jeito para artista de cinema, mas, bem vista a imagem "escondida", convenhamos que a comparação é vantajosa... para o Marlon Brando!!! Um abraço ao "artista" e a todos aqueles que, mesmo esporadicamente, vão aparecendo! Continuarão todos a ser espicaçados para aparecerem...Zé Paulo
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(mailto:ilus@clix.pt)


De Anónimo a 1 de Março de 2006 às 11:05
CARÍSSIMOS COLEGAS

Finalmente os tais oitos semestres chegaram ao fim e com sucesso para todos nós.

Lembro-me perfeitamente daqueles primeiro dias em Outubro de 2001, que passamos na sala 1E2, onde nos conhecemos e trava-mos as nossas primeiras conversas. Seria balela dizer que me lembro de todas as conversas, mas algumas ficaram retidas. Foi para mim um momento marcante a entrada numa Faculdade, coisa que já tinha desaparecido dos meus horizontes, mas uma seta enviada por “um Azande” que me trespassou deixou pregado a um biombo (obrigado biombo) levou-me como que por magia até ao Iscte.

Mas a razão desta minha missiva tem por base o seguinte. Dizer-vos que foi muito gratificante ter-vos conhecido e tido como colegas. Foi uma experiência henriquecedora a todos os níveis. Neste mundo onde cada vez mais impera o individualismo, travamos amizades que espero se mantenham pela vida fora , não obstante, um afastamento físico próprio das vicissitudes da vida. Aprendemos não só um vasto conjunto de conceitos Antropológicos que por certo vão ser orientadores nas nossas vidas, mas também um outro conceito fundamental, o da camaradagem que sempre reinou no sei do todo o grupo mesmo nos momentos mais difíceis que soubemos superar com elevação.

Amigo Zé Paulo li curiosamente aquilo que escreves-te, de facto a vida Autárquica é desgastante, e talvez ganhasse mais como duplo no cinema. Mas olha, penso que não tenho jeito para artista de cinema e penso-me melhor posicionado para desempenhar esta missão de serviço público perante a população do Concelho, em especial com a mais idosa que é a que com quem trabalho neste momento e para quem ainda há muito para fazer. Contudo quero te dizer que é sempre um prazer ler aquilo que tu escreves.
Fausto Marinho
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(mailto:faustomarinho@netcabo.com)


De Anónimo a 1 de Março de 2006 às 11:05
CARÍSSIMOS COLEGAS

Finalmente os tais oitos semestres chegaram ao fim e com sucesso para todos nós.

Lembro-me perfeitamente daqueles primeiro dias em Outubro de 2001, que passamos na sala 1E2, onde nos conhecemos e trava-mos as nossas primeiras conversas. Seria balela dizer que me lembro de todas as conversas, mas algumas ficaram retidas. Foi para mim um momento marcante a entrada numa Faculdade, coisa que já tinha desaparecido dos meus horizontes, mas uma seta enviada por “um Azande” que me trespassou deixou pregado a um biombo (obrigado biombo) levou-me como que por magia até ao Iscte.

Mas a razão desta minha missiva tem por base o seguinte. Dizer-vos que foi muito gratificante ter-vos conhecido e tido como colegas. Foi uma experiência henriquecedora a todos os níveis. Neste mundo onde cada vez mais impera o individualismo, travamos amizades que espero se mantenham pela vida fora , não obstante, um afastamento físico próprio das vicissitudes da vida. Aprendemos não só um vasto conjunto de conceitos Antropológicos que por certo vão ser orientadores nas nossas vidas, mas também um outro conceito fundamental, o da camaradagem que sempre reinou no sei do todo o grupo mesmo nos momentos mais difíceis que soubemos superar com elevação.

Amigo Zé Paulo li curiosamente aquilo que escreves-te, de facto a vida Autárquica é desgastante, e talvez ganhasse mais como duplo no cinema. Mas olha, penso que não tenho jeito para artista de cinema e penso-me melhor posicionado para desempenhar esta missão de serviço público perante a população do Concelho, em especial com a mais idosa que é a que com quem trabalho neste momento e para quem ainda há muito para fazer. Contudo quero te dizer que é sempre um prazer ler aquilo que tu escreves.
Fausto Marinho
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(mailto:faustomarinho@netcabo.com)


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