Ponto de encontro da turma da noite de antropologia, do ISCTE, 2001-2005
Terça-feira, 20 de Dezembro de 2005
Na digestão, ou tópicos para um resumo do jantar de Natal:
Nem sempre os boatos se revelam verdades, e o que “alguém” dissera atrás não se verificou, o Chefe da Pele de Leopardo não pagou o jantar à malta. Em contrapartida, desta vez não nos obrigou a cantar o “Amigos para Siempre”.
Mas cantámos outras músicas bonitas, bem afinadinhos (?!). No “Fado do 31” fizemos coro com a mesa dos anos da Vera (era Vera?). Claro que também lhe cantámos os Parabéns, mas parece que o aniversário da moça era só depois da meia-noite. As superstições estão entre os nossos temas de estudo, talvez não tanto entre as nossas crenças, pode ser que não lhe dê azar...
A propósito de música, alguém notou que o instrumento do Sérgio era maior do que da última vez...
O Tiago teve uma noite inspiradíssima, mas continua um fanático dum lampião (moléstia que não passa...).
O nosso capitão Ribeiro, meu camarada de grupo de sempre, teve de sair mais cedo, mas presenteou-nos com um pequeno e simpático discurso. Continua a impingir rifas por tudo e por nada, mas desta vez não é para um vitelo beirão.
É impressão minha ou a ementa ali é sempre a mesma? Bom, ok, é digerível, e o que importa é mesmo mais o convívio.
Às tantas o Ferraz perguntou-me se havia ali alguém que em termos profissionais estivesse a fazer algo de antropologia. Felizmente nestas coisas há sempre malta a solicitar-nos, muitas conversas cruzadas, e mudou-se rapidamente de assunto...
O Zé Carlos foi o único dos “resistentes” do ISCTE a estar com os “reformados”, na companhia da Ana Paula. A ela e aos restantes acompanhantes o nosso obrigado pela presença e desculpem qualquer coisinha – esta malta é assim um bocado para o... olha, marciana!
A troca de presentes decorreu da forma habitual, prometo que tentarei inovar, numa próxima ocasião. O Tiago ganhou um lampião (?!) e o Teixeira nem embrulhou o Porto que ofereceu. Foi o que fez melhor, pois abriu-se logo ali.
Enfim, nestas linhas avulsas procuro esboçar um breve sumário do nosso jantar natalício. Outros poderiam fazê-lo de forma diferente e decerto bem melhor. Mas já sei, têm pouco tempo, há muitas dificuldades de entrar no blog, há falta de inspiração e até, imagine-se, “medo de não estar à altura” (mas que altura?!). Ok, cá estou na tarefa de escriba, para o que der e vier. Entre os votos para o novo ano vou colocar o de que isto seja mais participado (mas de votos de ano novo e boas intenções...).
Lá para 4 de Fevereiro voltamos a ver-nos: o Sérgio vai dar um concerto no Museu da Música. Entretanto, vamos aparecendo, no espaço físico ou virtual (embora seja muito “visto” neste, prefiro o primeiro). Esta turma singular parece sobreviver aos quatro anos de aulas. Pelo menos todos aqueles que puderam e quiseram ir ao jantar continuam a gostar de estar juntos. É quanto baste.
Um abraço! (Zé Paulo)


publicado por antmarte às 12:17
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2 comentários:
De Anónimo a 23 de Dezembro de 2005 às 10:01
Se servirem fotos feitas com telemóvel...recomendo o amigo Teixeira, que passou a noite a receber lições sobre o software do instrumento.Zé Gonçalves
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(mailto:jgoncalves@cm-oeiras.pt)


De Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 16:03
P.S. - Como terão visto, em termos de equipamento fotográfico estou no mais primitivo dos estados da evolução humana. Assim, da minha parte, teriam que esperar que o rolo acabasse, que o revelasse, que arranjasse alguém com um scanner... mas havia mais gente a tirar fotos no jantar...Zé Paulo
</a>
(mailto:ilus@clix.pt)


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