Ponto de encontro da turma da noite de antropologia, do ISCTE, 2001-2005
Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2006
Invocar o Glorioso desta Maneira!!!



E depois queixem-se que mais carros de treinadores !!!!! jf



publicado por antmarte às 01:48
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Betty Naomi Goldstein


Nasceu em 4 de Fevereiro de 1921 em Peoria, Illinois. Em 1942, formou-se em psicologia no Smith College. Após se mudar para a cidade de Nova York, trabalhou em vários empregos até se casar com Carl Friedan.
Ficou mundialmente conhecida nos anos 60 por estimular suas simpatizantes a queimar sutiãs em praça pública, numa tentativa de simbolizar o rompimento com a hegemonia masculina na sociedade.
Pois é, já não há gajas como antigamente. JF



publicado por antmarte às 01:37
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2006
1 - As Gajas que Queriam Casar - Capitulo. I de X Capítulos
Os textos que se seguem à cadência de um por dia, não têm a pretensão de ser um opúsculo sobre as civilizações, crenças ou religiões, tão pouco, um trabalho sobre história antiga. É, tão-somente o enquadramento civilizacional de, Pele de Leopardo, à volta de algumas questões do nosso tempo. De ontem e de hoje. Nem pretensiosamente sérios nem excessivamente frívolos, apenas procuro centralizar a discussão no espaço cultural e civilizacional mais correcto, sem desvios histórico-culturais, e, sem fundamentalismos delirantes muito em voga. Ou, a posição a uma certa marginalidade fútil e exibicionista que busca a emergência social, procurando por falácias ardilosas e pleitos fracturantes, apropriar-se de um espaço que não tem, - o nada, nada ocupa -, uma visibilidade que não merece, um direito que não tem sabido sabe conquistar.
Abandono nos próximos capítulos, nestas discussões, a prosa ligeira (leia-se brejeira) da mesa do café, mais pura e dura, dotando-a de mais semiótica, mais antropologia sem contudo enveredar pela hermenêutica, também esta, demasiado pura e dura para este espaço.
Obviamente calunias e apelidos desde o reaccionário ao fascista surgiram, não tiram o sono ao Tirano, mas o que escrevo é o que penso sem preocupações do politicamente correcto.
Este é o primeiro capítulo de uma série de dez, de periodicidade diária. JF


publicado por antmarte às 23:04
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2006
Mais uma “fresquinha”...
É sempre de aproveitar quando a actualidade nos dá bons pretextos para uma palavrinha, ainda que se corra o risco de andarmos todos a falar do mesmo (vide os blogs amigos “Suburbano” e “Espaço Cinzento”, por exemplo). Mas porque não “pegar” na coisa aqui pela nossa óptica mais particular e “por falar em antropologia”...

Ora então aí temos uma das conquistas da civilização ocidental em confronto com a cosmovisão islâmica! Choque de civilizações? Liberdade de expressão contra fundamentalismo?

Pois é, os problemas que se levantam (também) à perspectiva antropológica por causa destas situações, no fundo episódios renovados de uma história já antiga, senão de sempre.

Relativismo cultural? Auto-referencialidade? Impossível conciliação das visões? Relativismo ou universais (isto lembra-me o título de alguma coisa...)? E como pode o antropólogo mover-se neste limbo? O que não teríamos aqui para discutir (e que jeito dava aqui o Filipe Verde, para mim sempre tão lúcido e claro, embora nem todos concordem)...

Bom, mas já agora não nos esqueçamos que em tempos também o António do “Expresso” esteve para arder na fogueira “só” porque pôs um preservativo no nariz do bom e santo papa João Paulo II. E nunca duvidemos , nem por um minuto, que também pelo oriente (essa entidade mítica) haja muito boa gente aberta, tolerante e que se distancia desta mania de declarar fatwa’s a torto e a direito. Acontece é que o famoso choque de civilizações, o sensacionalismo e algum ruído têm muito mais eco do que uma atitude reflectida e fundada.

É difícil, eu sei, mas quiçá não haja por aí algum “universal” humano que possamos aspirar alcançar? Entretanto, temos também naturalmente que compreender estes episódios como algo de “humano, demasiado humano”... (Zé Paulo)


publicado por antmarte às 17:12
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2006
Isso é que era bonito!
Em especial ao Ferraz, alvo preferido das minhas provocações, e à Luísa, que anda Remechida para outras bandas e não quer saber da gente

Então não querem lá ver que duas “fufas” queriam casar-se?! Aqui mesmo, em Portugal?!?! Isso é que era bonito!
Ó Delegado Tirano, tu que até já prometeste aqui umas linhas sobre o tema, não queres dizer algo sobre o assunto? Valha-nos o novo Presidente (tinha que ser...), que talvez possa ser o garante do cumprimento do Código Civil, que isso da Constituição é um resquício dos excessos revolucionários, não interessa para nada... E já agora, valha-nos também o senhor do Registo Civil, que felizmente é um Conservador, já viram se fosse um Progressista (o homem até se portou bem, coitado)?!
Bom, e a Remechida, como é, reaparece em força, como nas aulas de Antropologia Social II, em defesa da abertura, da tolerância e da legitimidade de todas as formas de sexualidade, ou alguém toma partido por ela? (Zé Paulo)


publicado por antmarte às 15:35
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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2006
Notas do que se vê por aí
Em especial para a malta das cervejas nos intervalos (Capitão, Teixeira, Tiago, Zé Carlos...), à espera de reedições futuras...

Imagens imitando vitrais antigos?! Letras fingindo-se góticas num latim reinventado?! Referências à Idade Média, ao seu imaginário, aos cavaleiros, conventos, frades e expressões religiosas?!
Mas agora a qualidade de uma cerveja também se avalia pelo seu enraizamento na “profundeza” dos tempos?! Pela sua “antiguidade”, “originalidade”, “autenticidade”?!
Querem ver que depois das etnogenealogias temos que nos dedicar à "cevado-genealogia", dentro do tema da "invenção das tradições"?!
Pessoal, quem quer vir fazer “trabalho de campo” nesta área? (Zé Paulo)


publicado por antmarte às 14:43
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Procura-se
untitled.jpg


Solicita-se a divulgação do seguinte apelo: desapareceu do convívio com os seus colegas a antropóloga Sandra Carvalho. Apresenta a fisionomia da foto que se junta e foi vista pela última vez no jantar de fim de curso da sua turma.

Agradece-se a quem tiver informações sobre o seu paradeiro que as transmita a este blog e aos seus leitores.


(Com o título “Procura-se” sugere-se a criação de uma nova rubrica [isto agora anda com muitas rubricas novas...], na qual o pessoal possa perguntar por malta da turma que não tem sido “vista nem achada”. Agradece-se que, de facto, quem saiba notícias dos “procurados” [senão mesmo os próprios – custará muito?!], informe o restante pessoal) (Zé Paulo)


publicado por antmarte às 11:20
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