Ponto de encontro da turma da noite de antropologia, do ISCTE, 2001-2005
Terça-feira, 18 de Abril de 2006
Adoptar um monumento

No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

 

   Em entrevista recente, o Presidente do IPPAR falava da necessidade de generalizar e aprofundar entre os portugueses o sentimento de pertença do património cultural. Reconhecendo que muito já tem sido feito nos últimos anos, mas que há ainda um longo caminho a percorrer, referia o bom exemplo da educação ambiental, que tem conhecido algum sucesso, mormente entre os grupos mais jovens. Foi decerto nesse sentido que se elegeu o lema de comemoração da data que hoje se assinala.

   Pois bem, se estamos já mais ou menos habituados a apadrinhar um qualquer bicho, do leão à águia (conforme as preferências clubísticas), passando pelos lobos, golfinhos ou outros, em iniciativas originais e interessantes, porque não adoptar também, como um original afilhado, um qualquer monumento nacional, a que por alguma razão dediquemos um especial carinho e atenção?

   E já agora, não cansado de desafiar a participação de todos aqui, aproveito para sugerir que escrevam qualquer coisa sobre os monumentos que visitam ou que elegem entre as vossas “preferências”, como se de vossos afilhados se tratassem. (Zé Paulo)



publicado por antmarte às 10:38
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2 comentários:
De Nuno Guronsan a 18 de Abril de 2006 às 12:00
Amigo Zé, não menosprezando a tua sugestão de adopção, deixo aqui outra alternativa de Apadrinhamento:

Apadrinhamento à distância:

- uma escolha de paz para o desenvolvimento

- No mundo, e em particular no hemisfério sul, muitas crianças são vítimas diariamente da marginalização, da fome, das doenças, da violência e da pobreza.

- Nestes países falta o acesso à alimentação, à água potável, à assistência médica, à educação de base, faltam os direitos fundamentais do homem.

- O CCS, com esta campanha de apadrinhamento à distância, tem-se empenhado nos últimos 17 anos em representar, nos países mais necessitados do mundo, um apoio ao desejo de crescer, cooperando para um desenvolvimento em liberdade, tal como estes países reclamam.

- O apadrinhamento à distância é um grande esforço de solidariedade humana e de participação no desenvolvimento dos povos.

- O apadrinhamento à distância aproxima-o de uma criança, da sua família e da sua comunidade, torna-o um elemento activo e participante no desenvolvimento e no crescimento das comunidades em vias de desenvolvimento e permite-lhe colaborar para a sensibilização de muitas outras pessoas como você.

Mais informação em http://www.ccspt.org/index.htm


De Zé Paulo a 18 de Abril de 2006 às 14:27
Amigo, nada mais a propósito, no contexto dos apadrinhamentos. Afinal, a ideia de que património são também (ou principalmente) as pessoas deve ser mais do que um jargão político...


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