Ponto de encontro da turma da noite de antropologia, do ISCTE, 2001-2005
Sexta-feira, 25 de Novembro de 2005
25 de Novembro
À memória de Ernesto Melo Antunes

Trinta anos depois, caminhamos a teu lado.
Não vivemos a nossa democracia com rancor da revolução, ou com o fel do fim de festa, mas com a vontade de ainda tentar fazer brotar a semente esquecida “nalgum canto do jardim”. (Zé Paulo)

“Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
E inda guardo, renitente
Um velho cravo para mim
Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto do jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Canta a primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente
Algum cheirinho de alecrim”

Chico Buarque, “Tanto Mar”, 1978 (2ª versão)


publicado por antmarte às 12:14
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2 comentários:
De Anónimo a 25 de Novembro de 2005 às 17:09
Não está esquecido de todo... DN e Público de hoje ainda lhe fazem umas referências (comprei o primeiro. Nos últimos tempos, quando compro jornais é mais por referências a factos do passado do que pelo "barulho" dos nossos dias, enfim...). Curioso é que o Portas venha com lérias sobre promover a celebração do dia... pois, talvez não pelo seu valor, mas pela leitura enviesada que o cavalheiro e companhia lhe querem dar. O problema foi o Melo Antunes ter dito o que disse, à saída de Belém, ao fim do dia...Zé Paulo
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(mailto:ilus@clix.pt)


De Anónimo a 25 de Novembro de 2005 às 16:50
Amigo, é impressionante a falat de informação sobre o 25 de Novembro. Andei a fazer umas pesquisas, más além do centro de documentação da Univ. Coimbra... nada... umas linhas minimas e nem uma fotografia. José Raposo
(http://joseraposo.blogspot.com)
(mailto:jose_raposo@netcabo.pt)


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